Por favor, café..eu quero café.

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Por favor, café..eu quero café.

Lá no emprego, volta e meia, as máquinas de bebidas que temos decidem avariar. Quando não é uma, é a outra e temos dias que ambas metem baixa. Para tirar café, venha o diabo e escolha a melhor das duas, mas a verdade é que no desespero, hoje até liguei para o número do sr responsável pelas máquinas e com a minha voz pré-café respondi:
“Olhe, venham cá ver isto assim que puderem, que nenhuma das máquinas tem café!!”
Não percebi ainda se foi pela má disposição latente na minha resposta ou se foi porque o Sr até estava nas redondezas, o certo é que 5 minutos depois estava ele a reabastecer as máquinas😀

Portuguesas são cada vez mais o “único ganha-pão” em casa

Com um título destes, uma pessoa até estanca.Imagem É um facto que o país vai de mal a pior, é um facto que nos apercebemos cada vez mais de amigos e conhecidos desempregados, é um facto que a grande maioria das pessoas está abandonar o barco, porque o país já há muito que deixou de ser um Galeão, tornando-se num barco insuflável ou mesmo uma canoa, qual delas a pior.

Por isso, torna-se deprimente enfrentar o dia-a-dia, perceber que nunca sabemos exactamente quando vamos ser chamados para nos informarem que aquele dia vai ser diferente, vai ser cinzento e vai severamente afectar as nossas contas bancárias, já para não falar do impacto psicológico.

Mas claro, que o que interessa é manter o povo distraído e entre a rescisão do Papa até ao Carnaval Brasileiro, consegue-se de tudo para manter as mentes afastadas do verdadeiro problema.

Mas não tarda e chega a altura de fazer o IRS, para alegrar a malta e esvaziar os bolsos. Tirem-me deste filme, por favor.

@ Dentist, darling

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Sim, expliquem-me lá por favor, porque raio ele fala quando tem a mão dentro da boca?

Eu bem tento esboçar um não, quando ele pergunta se dói, mas é sempre um Não sumido, porque no fundo, bem lá no fundo, a ultima coisa que queria, era estar ali de boca aberta tanto tempo que os meus lábios, já por si ásperos e gretados, quase gritam de sofrimento. E ele continua, “E agora, dói?”, eu mantenho a posição firme, não, não dói respondo, pensando simultaneamente, só quero mesmo fechar a matraca e ir para casa, posso? Um minuto depois e colocando aquela pinça pontiaguda num outro ponto, repete “E agora, já dói?” e eu, como que num êxtase num misto de dor e arrepios pela espinha a fora, levanto-me daquela cadeira ergonómica e digo sentida, dói, agora dói e não quero mais. Mas bem, como tenho um dentista paciente olha para mim, e com alguma pena perante a minha santa ignorância responde: Agora temos o dente aberto, e nós não podemos deixar o dente aberto, não é verdade?

E pronto, eis que um dente aberto conduz a um encolher de ombros, um injectar de anestesia e minutos mais tarde, uma verdadeira incapacidade de falar coerentemente. Passam agora, quase 24 horas e ainda me dói o maldito dente. Raios!!